Téo & O Mini Mundo na Blooks Livraria

Chegamos no shopping Frei Caneca e na Avenida Paulista! Hoje fomos acolhidos pela @blooks, uma livraria que admiramos muito. Na Blooks do Frei Caneca estamos até na vitrine, do ladinho da Mafalda! E logo estaremos também na Blooks do Reserva Cultural, na Avenida Paulista, no prédio da Gazeta. Ah, lembrando que nossa lojinha virtual está sempre aberta com envio pra todo Brasil: lojinha.teoeominimundo.com.br. Até mais!

 

Téo & O Mini Mundo na Ugra Press

Agora estamos também em uma loja de quadrinhos! E que loja! Obrigado @ugra_press por nos receber de braços abertos. A Ugra fica na rua Augusta, 1371 – loja 116 – Consolação, São Paulo. É pronta entrega, pra quem está pensando em dar de presente no Natal. E é o mesmo preço da nossa loja virtual: R$ 40. A Ugra fica pertinho da @9artegaleria, onde fizemos o lançamento do livro e a nossa exposição de originais em agosto. Ah, e a 9ª Arte continua vendendo prints, originais e livros da versão limitada da primeira edição. E pra quem não é de São Paulo, nossa lojinha virtual segue a todo vapor: lojinha.teoeominimundo.com.br. Boa semana a todos!

Uma dica: Viniloscópio

O traço dele é só dele. As cores também. Dá pra ver de longe e sacar que é do Vinil. Vinícius Falcão (ou só Vinil) é dono do blog Viniloscópio (http://viniloscopio.wordpress.com/). Entre suas apostas recentes está a Fábula Sousa, menina-pensamento que viaja por um mundo tão peculiar quanto a cabeça do autor. São tirinhas enigmáticas, que dão nó na cuca. E de tão profundas, se revelam simples como tudo o que realmente importa.

 

Vinil entra pra lista dos quadrinistas que nasceram para registrar o invisível. O que ele faz é pra sempre. O traço dele é só dele. As cores também. Mas a mensagem fica em cada um de nós.

Sesc: terreno fértil para os quadrinhos

O projeto HQLab é um laboratório permanente de quadrinhos no Sesc Ribeirão Preto-SP, na Sala Internet Livre, idealizado e organizado pela entusiasmada antropóloga Michelle Magrini.
É um ponto de encontro de quadrinistas que trocam ideias, desenham e exploram novos mundos:

E na sequência, fotos do projeto UMQDHQ, também do Sesc, onde eu dei uma oficina de 13 a 16 de agosto de 2013. Lugar feliz cheio de gente talentosa.

(Fotos: Michelle Magrini)

Em breve, posto alguns trabalhos produzidos por lá!

 

Tirinha no Enem

Esta tirinha, feita originalmente para o Salão de Piracicaba 2009, foi publicada nas provas do Enem deste ano para mais de 5 milhões de alunos.

O G1 e a TV Globo Sul de Minas repercutiram a história. Veja as matérias:

 

A imprensa de Guaxupé também falou sobre a tirinha. Saiu no Correio Sudoeste, Folha do Povo, Jornal da Região e Portal Gxp (leia aqui).

Obrigado a todos!

 

Menção Honrosa no 40º Salão Internacional de Humor de Piracicaba

Quem diria que uma homenagem ao maior álbum de todos os tempos (Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd)  fosse render um troféu em um dos principais salões de humor do mundo, o Salão Internacional de Humor de Piracicaba. E na edição comemorativa de número 40 é ainda mais feliz, porque o disco também fez 40 anos em 2013!

O legal é que a tirinha pode ganhar mais um troféu, mas depende da ajuda de todos. É só entrar nesse link e clicar no joinha, abaixo do desenho. Nem precisa de cadastro. Quem me ajuda? 🙂

http://salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br/humor/juri-popular/

 

Além dessa tira, o júri do Salão também selecionou duas charges que eu mandei. É o sexto ano que eu participo da mostra.

 

 

 

 

Conservem a pedra no meio do caminho

Um manifesto pelos paralelepípedos das cidades de Minas.

Quando liguei para Caetano Cury pedindo uma ilustração para nossa 1ª camiseta do movimento em favor dos paralelepípedos das ruas de Guaxupé, ele me perguntou, desconfiado: Mas os paralelepípedos correm algum risco iminente? Ele não foi o único a formular esta questão. Então, acredito que valha a pena detalhar os motivos que levaram a Associação Artístico-cultural Viralatas do Samba a levantar esta bandeira. Como presidente da mesma, fui alvo de outro comentário: Você só entra em barca furada, imagine, esse tipo de calçamento está em desuso até em Ouro Preto (!).

Então, se você está inseguro quanto à importância da sua adesão ao abaixo assinado que será iniciado dia 23, na EXPOMARIA, leia algumas verdades irrefutáveis:

1. A maioria das ruas de paralelepípedos de Guaxupé tem 70 anos ou mais, faz parte da nossa história e deve ser preservada como patrimônio histórico (tombada pelo CMPH). Até o momento, isto não vem acontecendo.

Trecho retirado da Minha História de Ítala Prósperi, 93, publicada em agosto de 2008: Itinha nasceu na Travessa João Cruvinel, número 1, onde hoje funcionam vários comércios: “A construção ainda conserva, no alto, o barrado original.” A rua era de terra. Lembra do mestre-de-obras, baixinho e gordinho, que exigia um serviço perfeito dos calceteiros, “Eles martelavam cada pedra pra ficar bem firme. Não é como hoje em dia, que eles tiram dez e recolocam apenas cinco, deixando o serviço mal-feito”.

2. As ruas de pedras são uma característica fundamental das cidades interioranas e, consequentemente, um grande atrativo turístico, tanto por seu aspecto poético quanto pelo sentimento nostálgico que despertam.

3. As pedras permitem a capilaridade do solo, ou seja, a água da chuva é absorvida, retornando ao lençol freático e evitando possíveis alagamentos e enchentes.

4. Uma rua de paralelepípedos absorve menos calor e com o passar do tempo desempenha funções importantes para o meio ambiente como o aparecimento de fungos e gramíneas entre as pedras.

5. Os paralelepípedos têm durabilidade muito maior que o asfalto e com menor necessidade de manutenção, ou seja, ganham também no quesito economia.

Em Guaxupé, nossas ruas e avenidas estão com pedras soltas em vários trechos devido a obras realizadas sem mão de obra adequada, como reforma das tubulações de esgoto pela Copasa, inserção de cabos de telefonia e internet, etc. Todas essas empresas, incluindo a Prefeitura Municipal, devem assumir um compromisso público de manter a QUALIDADE do calçamento, tanto de obras futuras quanto daquelas já realizadas, restaurando o aspecto original.

Vale a pena ler o texto escrito pelo jornalista Silvio Reis, publicado no Correio Sudoeste: www.correiosudoeste.com.br

Outra colega, Silvinha Matos de Sá, já defendeu esta causa várias vezes no site de notícias www.guaxupehoje.com.br

Outro interessante:
Chega de demolir São Paulo

Acredito que os possíveis incômodos causados por paralelepípedos possam ser contornados com boa vontade e sabedoria. Por exemplo, com faixas para pedestres asfaltadas, indicação de velocidade máxima perto de cruzamentos problemáticos, entre outras ações inteligentes.

Participe, você também, do movimento poético-cultural “Conservem a pedra no meio do caminho / No meio do caminho conservem a pedra”. Na EXPOMARIA serão vendidas algumas camisetas com o cartum criado pelo publicitário Caetano Cury, que brilhantemente poetizou nossa causa parodiando o grande Drummond.


Texto da jornalista Sheila Saad. Leia mais aqui: http://www.papodeviralata.com/2011/07/conservem-pedra-no-meio-do-caminho.html