Quer saber o que eu penso?

Quer saber o que eu penso?

Quer saber o que eu penso? Melhor não.

“Quer saber o que eu penso?” é uma tirinha em quatro cenas, formato quadrado, desenhada a lápis de cor em tons de marrom, verde e azul claro. O autor é Caetano Cury. O personagem, sem nome, pergunta para o leitor na primeira cena: “Quer saber o que eu penso?”. Na segunda cena, ele se prepara para falar algo. Na terceira cena, ele desiste de falar. Na última cena ele diz: “melhor não”.

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Eus

Silêncio. Se imaginou um pássaro e voou dentro de um tórax corroído. Passou por vestígios de amores, sabores, crenças e cores que já não enxergava mais. De repente, encontrou um outro ele. Claro. Pequeno. Imune. Incomum. Uma criança mesmo. Então, o menino caminhou até a porta que dava pra fora. Se sentou e ficou. Ali já não era mais o velho eu, mas um novo ele que encantava a todos nós.